Mobilidade que conecta a alta montanha ao futuro da região.

Um projeto que conecta pessoas, turismo e desenvolvimento sustentável através da mobilidade em alta montanha.

Um novo eixo de mobilidade e turismo em alta montanha.

O TAC é um projeto de infraestrutura de transporte por cabo concebido para conectar o vale à alta montanha de forma segura, eficiente e com baixo impacto ambiental.

Mais do que um equipamento turístico, o teleférico cria um novo eixo de mobilidade para a região. Encurta distâncias, amplia o acesso a áreas hoje restritas e organiza o fluxo de visitantes em um sistema de alta capacidade.

Implantado em pontos estratégicos da cordilheira, o sistema ligará a base urbana a mirantes e áreas de visitação em altitude, beneficiando moradores, operadores de turismo e o comércio local.

A dimensão de um projeto regional.

Valores do estudo preliminar, sujeitos a revisão nas próximas fases.

8,8 km
de extensão total do sistema
2.200
passageiros por hora
25 min
de tempo de viagem
2.450 m
altitude na estação superior
3
estações previstas
2030
início de operação previsto

Do planejamento à operação, com método e transparência.

01

Planejamento

Definição do traçado, das estações e do modelo de implantação, em diálogo com o poder público e a comunidade.

02

Estudos técnicos

Levantamentos topográficos, geotécnicos e ambientais que validam a viabilidade do sistema.

03

Licenciamento

Tramitação das licenças junto aos órgãos competentes, com transparência em cada etapa.

04

Construção

Execução das obras civis e montagem eletromecânica com fornecedores certificados internacionalmente.

05

Operação

Início do transporte de passageiros com manutenção contínua e monitoramento permanente de segurança.

Uma travessia pensada em cada detalhe.

Do embarque ao cume, o trajeto é projetado para ser seguro, confortável e acessível a todos os públicos em todas as estações do ano.

01

Vista panorâmica

Cabines com visão ampla para a paisagem da cordilheira ao longo de todo o trajeto.

02

POMA Telesilla GD10

Equipamento POMA Telesilla GD10 P16987 & P16992.

03

Acessibilidade

Embarque em nível, estações e cabines acessíveis e atendimento prioritário.

04

Segurança operacional

Padrões internacionais de segurança, redundância de sistemas e equipe especializada.

05

Integração regional

Conexão com trilhas, mirantes e roteiros regionais, fortalecendo a economia local.

Vista panorâmica

Cabines amplas com vidro estrutural e campo visual de 180°, projetadas para a paisagem da cordilheira.

Acesso o ano inteiro

Sistema projetado para operar no verão e no inverno, com protocolos específicos para vento e neve.

Transporte elétrico

Operação de baixo impacto ambiental. Sem emissões no trajeto, integrado ao ecossistema de montanha.

Aliados estratégicos

Etapas previstas para os próximos anos.

2026

Estudos iniciais e de viabilidade

26
2027

Licenciamento ambiental e fundiário

27
2028

Início das obras

28
2030

Operação prevista

30

Perguntas frequentes sobre o projeto.

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Qual será a capacidade do teleférico?

O sistema terá capacidade para 2.200 passageiros por hora.

Quanto tempo dura o trajeto?

O tempo de viagem está estimado em 25 minutos.

Quando começam as obras?

O início das obras está previsto para 2028, após a conclusão dos estudos técnicos e do licenciamento.

O projeto já possui licenciamento?

O projeto encontra-se em fase de estudos técnicos. O processo de licenciamento ambiental tem início previsto para 2027.

Haverá operação durante o inverno?

Sim. O sistema é projetado para operar o ano inteiro, com protocolos específicos para condições de vento e neve.

O projeto vai gerar empregos?

O projeto tem potencial para gerar empregos diretos e indiretos, tanto na construção quanto na futura operação do teleférico. Também poderá impulsionar o turismo e fortalecer os negócios locais, criando novas oportunidades para a economia da região.

Como a comunidade participa das decisões?

O diálogo com a comunidade é fundamental para o desenvolvimento do projeto. Ouvir moradores, comerciantes, trabalhadores e operadores locais permite compreender as necessidades da região e construir soluções que considerem diferentes perspectivas e interesses.

O que muda para quem já opera na região?

O teleférico poderá ampliar o acesso à montanha e atrair novos visitantes, criando oportunidades para os negócios e serviços que já fazem parte da região. A integração com os operadores locais será importante para valorizar as atividades existentes e promover um desenvolvimento que beneficie a comunidade.

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